
tive de ir olhar...
ah, era uma borboleta que acabara de nascer. deveria ter caído de algum lugar. estava ainda com as asas úmidas.
levei meu dedo bem próximo dela e ela não se fez de rogada, subiu e ficou à vontade.
eu a transportei para um vaso que tenho ali na estante.
parece-me que ela gostou do lugar. assim que se ajeitou no galho, começou a exercitar as asas para fortalecê-las.
ainda havia nela diversos pontinhos do líquido da pupa, como se fossem pedrinhas preciosas cravejadas em suas asas.
pude acompanhá-la o dia todo.
eu a levei para o quintal.
ela continuava seus exercícios. ainda não era o tempo do primeiro vôo.
pude fazer várias fotos, que ficaram lindas!
ontem à noite, ela ainda estava lá.
pela manhã já havia partido para enfeitar outros espaços e cumprir o seu papel.

fazendo-me companhia.